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GATOS NA RELIGIÃO EGÍPCIA

image Os primeiros indícios de felinos (incluindo leões) como divindades vem de um recipiente de cristal de 3100 a.C. decorado com uma imagem da deusa Mafdet com cabeça de leão.

A deusa Bastet era originalmente retratada como uma protetora feroz e leoa guerreira, como Sekhmet, mas como a imagem de Bastet foi “abrandada” ao longo do tempo, ela se tornou mais fortemente associada com gatos domésticos.

Como os gatos eram sagrados para Bast, a prática da mumificação era estendida a eles, e o respeito que gatos recebiam depois da morte espelhava-se no respeito com que eram tratados na vida cotidiana.

O historiador grego Heródoto escreveu que, no caso de um incêndio, homens enfrentavam o fogo para ter certeza de que nenhum gato correu para as chamas. Heródoto também escreveu que quando um gato morria, a família entrava em luto como se fosse um humano, e que muitas vezes paspavam suas sobrancelhas para demonstrar sua perda.

Tal era a força do sentimento para com os gatos que matar um, mesmo acidentalmente, acarretava em pena de morte. Outro historiador grego, Diodoro da Sicília, descreveu um interessante exemplo de rápida justiça imposta ao assassino de um gato: em cerca de 60 a.C., ele assistiu a um romano que acidentalmente matou um gato egípcio. Uma multidão indignada se reuniu e, apesar dos apelos de faraó Ptolomeu XII, mataram o romano.

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