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TEOLOGIA DOS SACRIFÍCIOS

Sacrifício animal é o ritual em que se mata um animal como preceito de uma religião. Praticado por muitas religiões como maneira de se agradar a Deus/deuses para mudar o curso da natureza. Sacrifícios animais surgem em quase todas as culturas, dos hebreus aos gregos e romanos.

Sacrifícios humanos foram praticados desde a Antiguidade, quando matavam-se pessoas ritualisticamente de forma que agradasse algum deus ou força espiritual. Muitas civilizações tiveram ou ainda têm práticas de sacrifício humano em suas culturas, como por exemplo o caso da civilização asteca.

Ocasiões em que se sacrificavam homens:

  • Para a criação de um novo templo ou ponte;
  • Quando da morte de um rei ou membro do alto clero, para que o sacrificado servisse ao morto na próxima vida;
  • Em tempos de desastres naturais. Secas, terremotos, erupções vulcânicas, maremotos, etc., seriam sinais de fúria dos deuses – sacrifícios eram a forma de acalmá-los.
  • A teologia do sacrifício permanece uma questão em aberto, não apenas para as religiões que ainda realizam rituais de sacrifício, mas também para as que não mais os praticam, ainda que suas escrituras, tradições e histórias façam menção a sacrifício de animais. As religiões apresentam diversas razões pelas quais os sacrifícios podem ser realizados.

  • Os deuses necessitam do sacrifício para seu sustento e para a manutenção de seu poder, que diminuiria sem o sacrifício.
  • Os bens sacrificiais são utilizados para realizar uma troca com os deuses, que prometeram favores aos homens em retribuição pelos sacrifícios.
  • A vida e o sangue das vítimas dos sacrifícios contêm mana ou algum outro poder sobrenatural, cuja oferenda agrada os deuses.
  • A vítima do sacrifício é oferecida como bode expiatório, um alvo para a ira dos deuses, que de outra maneira recairia sobre todos os homens.
  • Os sacrifícios privam as pessoas de comida e de outras comodidades, e como tal constituem uma disciplina ascética.
  • Coisas sacrificadas geralmente se tornam parte da renda da organização religiosa, por vezes base da economia para sustentar sacerdotes e templos.
  • O sacrifício é, na verdade, parte de uma cerimônia. Por vezes é consumido pelos fiéis. Habitualmente incorpora uma forma de redistribuição em que os pobres obtêm parcela maior do que sua contribuição.
  • Na Bíblia hebraica, Deus ordena que os israelitas ofereçam sacrifícios de animais no santuário, ou tabernáculo. Quando os israelitas já haviam chegado à terra de Canaã, ordenou-se que todos os sacrifícios terminassem, exceto os que aconteciam no Templo de Jerusalém. Na Bíblia, Deus pede sacrifícios como um sinal de sua aliança com povo de Israel. O sacrifício também era feito para que Deus perdoasse os pecados, uma vez que o animal estaria sendo punido no lugar do pecador.
  • Na religião da Grécia Antiga o templo não servia de lugar de culto onde os fiéis se reuniam para celebrar os ritos, o templo era a casa do deus ao qual foi consagrou. O lugar de reunião dos devotos era o altar exterior, o bomos, bloco de cantaria quadrangular onde se desenrolava o rito central da religião grega, o sacrifício. O sacrifício era de origem alimentar, envolvendo um animal doméstico como os que hoje nos servem de alimento, que seguia numa procissão ritual até ao bomos. A cabeça era cortada com uma espada curta, a machaira, que até ali estava dissimulada debaixo de cereal no cesto ritual, o kanun. O sangue que jorrava sobre o altar era recolhido num recipiente, tal como ainda se faz num açougue ou matadouro, e abria-se o animal para se examinar as entranhas, e em especial o fígado, de modo a concluir se o sacrifício era aprovado pelos deuses. No caso afirmativo, a vítima era esquartejada e dividida nas suas diversas partes, tarefa que atualmente se faz num talho. As gorduras e os ossos maiores, completamente descarnados, eram deixados no altar para serem cremados, processo pelo qual se enviava o produto sacrificial aos deuses. Alguns dos pedaços internos, os splanchna, eram grelhados em espetos neste fogo, pelos executantes do rito, e posteriormente distribuidos pelos mesmos, garantindo assim o contato entre os deuses e os executantes do rito. O resto da carne era cozida e dividida em partes iguais para ser consumida no local, como consumação geral da festa sacrificial por todos os participantes. As peles e a língua eram entregues ao sacerdote, ou cidadão imaculado, que procedera ao sacrifício.

    O que no sacrifício grego é, para os deuses, uma oferenda, para os homens é uma refeição de festa que desde a imolação ao repasto estava envolvida numa atmosfera de fausto e alegria. Toda a encenação ritual era conduzida de modo a velar quaisquer traços de violência e assassinato, para fazer ressaltar a solenidade pacífica de uma festa feliz. O animal do sacrifício não chegava a perceber qual era o seu destino e ninguém se horrorizava com o prospecto da sua morte. Ainda hoje, nos açougues industrializados, procura fazer-se a matança sem que o animal perceba, para que não liberte as toxinas produzidas pela ansiedade anterior ao golpe que o leva à morte, que infestam e muitas vezes inutilizam a sua carne. Na sociedade grega antiga não se comia outra carne que não a dos sacrifícios.

    No Judaísmo, o sacrifício é conhecido como Korban, palavra oriunda do hebreu karov, que significa “vir para perto de Deus”.

    Judeus medievais como Maimônides reinterpretaram a necessidade de sacrifícios. Em sua visão, Deus sempre colocava os sacrifícios abaixo de orações e da meditação filosófica. No entanto, Deus entendia que os israelitas estavam acostumados aos sacrifícios animais, que as tribos pagãs realizavam como forma de comunicação com seus deuses. Assim, na visão de Maimônides, era natural que os israelitas acreditassem que o sacrifício fosse necessário na relação entre o homem e Deus. Maimônides concluiu que a decisão de Deus de permitir sacrifícios era uma concessão às limitações psicológicas do homem. Era esperado que os israelitas passassem de sacrifícios à adoração pagã em pouco tempo.

    O sacrifício de um animal, em língua árabe, se diz Qurban (ﻗُﺮْﺑَﺎﻥ). No entanto, a palavra possui em certas regiões uma conotação pagã. Na Índia, porém, a palavra qurbani é utilizada para o rito islâmico de sacrifícios de animais.

    No contexto islâmico, o sacrifícios de um animal é comumente referido como Udhiyah, significando sacrifício. Udhiyah, como um ritual, é oferecido apenas em Eid ul-Adha. Os muçulmanos dizem que isso não tem nada a ver com sangue e ferimentos (Corão 22:37: “Não é a sua carne tampouco seu sangue que alcança Alá, mas sim a sua fé que o alcança…”). O sacrifício é feito para ajudar os pobres, e para recordar o profeta Abraão que não se opunha a sacrificar o filho (de acordo com os muçulmanos, seria Ismael) a pedido de Deus. O animal a ser sacrificado pode ser um cordeiro, uma ovelha, uma cabra, um camelo ou uma vaca. Deve ser saudável e estar consciente.

    O rito islâmico de sacrifício é chamado Dhabĥ. Em nome de Alá, a garganta e as veias jugulares são cortadas rapidamente com faca bem afiada. A espinha dorsal e o pescoço não devem ser quebrados até que o animal pare de se mover, evitando dor ao animal. São explicitamente proibidas outras formas de sacrifício de animais como morte a pauladas, eletrocussão e perfuração do crânio com lança.

    A razão por que se invoca o nome do Criador no momento do sacrifício é por alguns considerada aquivalente à aceitação do direito do Criador sobre todas as criaturas. Trata-se de um tipo de permissão garantida ao autor do sacrifício, resulta em sentimento de gratidão por poder comer a carne do animal sacrificado. A carne é normalmente distribuída entre os parentes necessitados. No entanto, dependendo do propósito ou da ocasião, pode ser consumida pela pessoa que sacrificou o animal. Todos os animais devem ser sacrificados dentro das formas acima, não se importando se a carne será utilizada em comemoração religiosa ou consumo pessoal. Será então considerada Halal, e própria para consumo.

    Fonte: xangoaganju.no.comunidades.net

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    2 comentários em “TEOLOGIA DOS SACRIFÍCIOS

    1. O perigo das macumbas, muitas pessoas nada sabem desses perigos. Os Espíritos de Luz ou Espíritos Superiores já mais vão pedir charutos, cachaça, cigarros,sacrifícios de animais e despachos, essas praticas só podem atrair pela sintonia vibratória espíritos desencarnados apegados a matéria e aos vícios terrenos, ou seja, espíritos inferiores e obsessores.Os Espíritos Superiores são Virtuosos em seus ensinamentos, eles procuram moralizar, educar e espiritualizar os seres humanos, incentivando a pratica sincera do bem e das Virtudes. Os espíritos apegados a matéria tratam de assuntos vulgares sem elevação moral, assuntos, como, sorte no jogo, volta da pessoa amada, sorte com as mulheres, melhoria nas finanças, trabalhos para prejudicar desafetos etc. Os Espíritos Superiores já mais vão se manifestar num centro para pedir charutos, cachaça e sacrifícios de pobres animais, isso é ridículo, os animais são nossos irmãos menores na escala evolutiva, devemos respeitar e amar os animais, quem pede esses absurdos são os espíritos da escuridão, cuidado, muito cuidado, eles gostam de enganar as pessoas usando uma linguagem melosa, suave, doce, com palavras bonitas, eles falam macio, tudo para seduzir as pessoas que estão nesses ambientes de baixa espiritualidade. Eles também usam Nomes pomposos, importantes e sedutores para mistificar. Vou deixar uma pergunta, vocês acham que os Espiritos de LUZ vão pedir despachos, cachaça, charutos, sacrificios de pobres animais inocentes??? O ser humano é um Espirito encarnado no mundo terra para evoluir e se melhorar moralmente, ser bom, honesto, correto, trabalhador, sem vicios, cultivar as Virtudes e os valores morais superiores, é seu DEVER, cumprindo com o seu dever moral ele consegue vencer e evoluir.Devemos nos afastar dos ambientes de baixo nivel moral, por que, nesses ambientes perambulam espiritos inferiores e pertubadores. O ser humano é composto de dois elementos Espirito e materia, o Espirito é a Força inteligente o ser pensante, a materia corporal não pensa e nem sente, portanto, se conhecer como Espirito encarnado com Deveres Morais para cumprir já é uma iniciação para as verdades superiores.

      O Vampirismo
      O vampirismo é praticado por espíritos desencarnados que estão apegados a matéria e aos vícios terrenos, eles querem continuar a ter as sensações da vida terrena, portanto, eles vão procurar pessoas (encarnados) no qual eles possam se encostar no perispirito da pessoa e sugar os fluidos vitais, num processo, chamado de Vampirismo psíquico.
      As pessoas que são atacadas, são principalmente, os levianos, os fracos, os viciados, as pessoas que cultivam, maus pensamentos, maus hábitos, maus desejos, essas pessoas são as mais visadas.Uma pessoa criteriosa, de pensamentos elevados e positivos e de Conduta moral reta, sempre consegue repelir esses vampiros psíquicos do plano astral, não havendo sintonia vibratória, os maus espíritos se afastam.
      O Bem repele o mal.
      Nos rituais de sangue ou sacrifícios de animais, encontramos, um tipo mais radical de Vampirismo, os espíritos obsessores vão sugar do sangue os fluidos vitais, é por isso, que nesses centros de macumbas, umbanda e candomblé existe a matança de animais, os espíritos obsessores pedem tais praticas, para poderem sugar os fluidos vitais.
      Esses espíritos são ignorantes, maldosos, vingativos, maliciosos, espíritos que pedem essas coisas, são espíritos apegados a matéria, cuidado para não cair na lábia deles.

      Os Espiritos de Luz nunca vão pedir sacrifícios de animais, velas, charutos, cachaça, despachos.
      O Mestre Allan Kardec, explica em seus Livros, que é pela LINGUAGEM, que vamos avaliar o estado evolutivo dos Espiritos desencarnados.
      Os Espiritos Elevados e Superiores possuem sempre uma Linguagem pura, digna, lógica, e seus ensinamentos visam sempre a melhoria Moral e Espiritual das pessoas, a sua LINGUAGEM é sempre moralizadora, incentivando as pessoas a praticarem o Bem e as Virtudes.
      Os espíritos inferiores(apegados a matéria) possuem sempre uma Linguagem chula, vulgar, trivial, grosseira, pesada, na sua Linguagem se reflete as paixões humanas, como, o ódio, a raiva, a inveja, o fanatismo, o rancor, os desejos de vingança, o apego aos Vicios do fumo, da bebida, da gula, do jogo, das drogas, eles sempre possuem uma Linguagem moralmente suja.
      Portanto, basta avaliar o teor Moral da LINGUAGEM que os espíritos desencarnados usam em suas comunicações mediúnicas.
      Os Espiritos de Luz, jamais vão usar uma Linguagem grosseira, vulgar, trivial, agressiva ou pesada, sua Linguagem reflete o seu estado moral evoluitivo.
      Uma outra questão que eu acho muito importante, os Espiritos Elevados são sempre Lógicos e Racionais em seus ensinamentos, Allan Kardec afirmou o seguinte, qualquer ofensa a Razão e a Lógica denuncia um espírito atrasado.

      Existe os Espiritos embusteiros, mentirosos, hipócritas e mistificadores do plano astral ou mundo espiritual, esses espíritos são maliciosos, usam nomes falsos, importantes e pomposos, para enganar as pessoas e também tentam usar uma Linguagem suave, melosa, doce, para seduzir e enganar, são os falsos profetas do mundo espiritual, para evitar isso, temos que seguir a Orientação de Kardec.

      “ Qualquer comunicação que venha dos espíritos desencarnados tem
      “Que passar pelo crivo severo da Razão e da Lógica, para poder ser aceito.”

      Portanto, quando um espírito se apresenta num centro (reunião mediúnica) pedindo charutos, cachaça, despachos, sacrifícios de animais, vamos concluir, que é um espírito apegado a matéria e aos vícios terrenos, basta analisar o teor moral das coisas que ele fala e pede, e vamos concluir que são espíritos inferiores e atrasados, e muitos deles podem ser maldosos e vingativos, não se deixem iludir.
      Eles falam macio, cuidado.
      O Mestre Allan Kardec fala em seus Livros, que são as imperfeições morais da alma que atraem os maus espíritos, para afastar esses espiritos obsessores, temos que cultivar valores morais positivos, cultivar pensamentos elevados e nobres, ter atitudes corretas e honestas, ter uma Conduta Moral reta, praticar a caridade e a fraternidade, quando a pessoa se eleva no Campo Moral ela vai entrar em Sintonia vibratória com os Espiritos Superiores e os Bons Espiritos, atraindo para si uma assistência espiritual positiva.
      Tudo depende das nossas condições Morais e Mentais.

      Os Espiritos Superiores ou os Mestres da Grande LUZ, falam em suas Doutrinações, sobre a Causa basica das Obsessões e do Vampirismo psiquico, que são. A Cabeça e maõs desocupadas A palavra irreverente A boca maledicente A conversa inútil e futil prolongada A atitude hipócrita O gesto impaciente A inclinação pessimista O apego demasiado a coisas e pessoas O comodismo exagerado A solidariedade ausente O desejo de apreço e reconhecimento Fugir para o álcool ou drogas estupefacientes As paixões exacerbadas Perversões sexuais Crimes Ganância e USURA Maus pensamentos e maus hábitos Vejamos outras Causas morais. Olhos altivos Lingua mentirosa Mãos que derramam sangue inocente Coração que trama projetos iniquos Pés que se apressam a correr para o mal Testemunha falsa que profere mentiras E o que semeia contenda entre irmãos São essas imperfeições morais que atraem os espiritos imundos. O desregramento Moral é a Mãe de todos os vicios, crimes, maldades, falsidade, que perturba e trava a Evolução da Humanidade.

    2. Sem Caridade não a salvação e os animais merecem nossa Caridade.

      1)O espírito se reencarna no mundo Terra para evoluir moralmente e intelectualmente, pela pratica sincera do Bem e das Virtudes, ele tem que combater as suas imperfeições morais para poder crescer espiritualmente, esse é o nosso Dever, lutar para Evoluir.
      Temos que combater os maus pensamentos, vícios, maus desejos, maus hábitos, temos que cultivar valores morais positivos, sem isso ninguém consegue evoluir espiritualmente.
      O Mestre Kardec e o Mestre Luiz de Mattos explanam em suas Obras que o objetivo primordial do Espiritismo é a melhoria moral do ser humano.
      Perguntamos, qual melhoria moral e espiritual uma pessoa vai ter em usar charutos, cachaça, despachos e sacrificar animais inocentes???
      Existe melhoria moral e espiritual nisso???
      A nosso melhoria moral e espiritual esta na conduta reta, na pratica do Bem, do Amor, da Caridade, da Honestidade, da Fraternidade, do Respeito, da Disciplina, da elevação dos pensamentos, ser educado, ser cordial, ser trabalhador, ajudar os necessitados, amar e respeitar os animais, combater os vícios e maus pensamentos, ser humilde, dar uma palavra amiga para uma pessoa que esta em desespero, isso é EVOLUÇÃO espiritual, isso é respeito pelo ser humano.
      Ficar matando ( sacrificando) pobres animais é um grave erro, qual melhoria moral e espiritual vamos ter com isso???????

      2)Essa questão de que os espíritos desencarnados precisam de energia para se comunicar e eles vão absorver nos médiuns, é algo estranho tem cheiro de mistificação.
      Os Espiritos Superiores ou Espiritos Elevados ( espíritos de Luz ) não precisam dos encarnados, somos nós que precisamos deles, seres superiores não precisam de seres atrasados.
      Quem precisa dos encarnados são os espíritos inferiores ainda apegados a matéria e aos vícios e desejos terrenos, eles vão absorver os fluidos vitais ( energia anímica ) das pessoas para saciarem seus desejos inferiores, as pessoas que trabalham nesses centros de macumbas são vampirizados por espíritos ociosos e viciosos do plano astral.
      Um Espirito Superior pedindo cachaça, cigarros, charutos, despachos e sangue de animais, isso é um absurdo, não tem base moral e nem racional.
      Só devemos aceitar um ensinamento dado pelos espíritos desencarnados, quando ele for eminentemente Racional e Moral, não devemos aceitar nada passivamente.
      Os espíritos elevados não possuem necessidades matérias, eles estão moralmente depurados, eles são seres luminosos e virtuosos, seres evoluídos, sem apego a coisas matérias.

      Vejamos as palavras de Chico Xavier sobre essa questão.
      Para espíritos de luz, ou seja, espíritos superiores e puros, não existem necessidades materiais. Os espíritos que trabalham nos terreiros, em sua grande maioria, são aqueles que ainda guardam grandes necessidades das sensações terrenas e por isso usam os médiuns para absorvelas; quando não têm, fazem-no através dos despachos. São, na classificação da Doutrina Espírita, chamados de espíritos mais simples. É claro que existem aqueles outros que, mesmo tendo condição moral mais elevada,
      manifestam-se nos terreiros de Umbanda, guardando os procedimentos ali adotados.

      Chico Xavier fala, que os Espiritos de Luz não possuem necessidades matérias.
      Perguntamos, Chico Xavier é um ignorante???????????

      Quem precisa dessas coisas são espíritos inferiores e obsessores.

      Vejamos o que Ramatis fala sobre o assunto.

      PERGUNTA: – Podeis nos explicar de que modo os espíritos das trevas conseguem satisfazer os seus desejos viciosos ou renovar suas sensações carnais obsidiando os encarnados?
      RAMATÍS: – Os espíritos malfeitores, desencarnados, devido a lhes faltar o corpo físico, vivem sempre acicatados pelos desejos inferiores da matéria, os quais não podem ser saciados no mundo astral. Então procuram saciar-se de seus vícios e desregramentos buscando apoderar-se de criaturas desprotegidas, a fim de transformarem-nas em verdadeiras “pontes vivas” e assim conseguirem o meio de se fartar nos seus desejos mórbidos e desregrados. Através de processos e ciladas diabólicas, eles esgotam a vitalidade das infelizes criaturas que imprudentemente lhes caem sob o jugo satânico.
      São almas tenazes em seus objetivos torpes, que se debruçam incessantemente sobre o mundo da carne à procura de vítimas passivas e desleixadas, nas quais se apóiam para realizar os seus intentos malfazejos e usufruírem a volúpia das paixões pervertidas. A energia do mundo astral é vigoroso multiplicador da freqüência vibratória do perispírito liberto da carne; por isso, enquanto as almas elevadas centuplicam suas emoções dignas e mais se elevam aos planos angélicos, os espíritos inferiores sentem os seus desejos torpes ainda mais superexcitados pois, devido à lei vibratória de que os “semelhantes atraem os semelhantes”, suas paixões também recrudescem em contato com as energias sensuais detestáveis.
      Sentindo-se exacerbados em suas emoções degradantes, e impotentes para usufruírem as sensações que lhes eram os únicos prazeres na carne, os espíritos desregrados vêem-se obrigados a sintonizar o seu perispírito com o perispírito dos encarnados que porventura vibrem docilmente às suas sugestões e desejos viciosos. Através dessa simbiose subversiva, conseguem captar as sensações pervertidas dos encarnados, e então os corpos carnais dos terrícolas se transformam em condensadores vivos, que atendem à consumação dos desejos dos obsessores.
      Os pilotos das grandes aeronaves sabem que a harmonia do seu vôo depende fundamentalmente da sincronização de todos os motores num só diapasão de velocidade; sob a mesma lei, duas locomotivas que operem conjugadas, em exaustiva subida, também hão de lograr sucesso tanto quanto seja a perfeição do ajuste sincrônico das forças empregadas por ambas. Essa lei de correspondência vibratória e equilíbrio energético ainda age com mais sutilidade nas relações entre o mundo astral e o físico, facilitando que os espíritos viciados se conjuguem sincronicamente aos perispíritos dos encarnados, a fim de praticarem suas torpezas e saciarem seus apetites inferiores.
      PERGUNTA: – Qual a significação mais exata dessa denominação de “repastos vivos” que já tendes dado por vezes àqueles que são vítimas dos espíritos maldosos do astral inferior?
      RAMATÍS: – Desde que a idéia de “repasto vivo” lembra refeição, é indubitável que estamos nos referindo às tristes condições de muitos encarnados que imprudentemente se transformam em verdadeiras refeições vivas para os desencarnados insaciáveis de sensações devassas e que, além de lhes exaurirem todas as energias vitais, enfraquecem-lhes a vontade e os tornam cada vez mais viciados aos desejos torpes do Além. Aqueles que não se decidem a modificar sua conduta desregrada na vida humana não tardam em se transformar na abjeta condição de prolongamentos vivos da mórbida vontade dos espíritos pervertidos. Depois de perderem o controle de si mesmos e apresentarem estranhas enfermidades que provocam diagnósticos sentenciosos da medicina terrena, passam a viver excitados e aflitos, incessantemente acionados pelos seus “donos” do Além, que chegam a evitar-lhes qualquer aproximação amiga ou ensejo redentor.
      É de regra e técnica muito comum, entre os obsessores sabidos, do astral, cercarem os seus “repastos vivos” de cuidados especiais a fim de que se afastem de pessoas, ambientes, leituras, doutrinas, palestras ou filmes educativos que possam lhes despertar a consciência adormecida na hipnose maquiavélica e mostrar-lhes a sua escravidão ao vício. O processo sutilíssimo, que os espíritos das sombras desenvolvem felinamente em torno de suas vítimas, é muito difícil de ser percebido por aqueles que lhes caíram nas malhas sedutoras.
      PERGUNTA: – Poderíeis nos esclarecer melhor, a esse respeito?
      RAMATÍS: – No estado em que se encontra atualmente a civilização terrena, ainda são raras as criaturas que não possuem qualquer válvula capaz de abrir-lhes a intimidade do espírito à infiltração dos malfeitores do astral inferior. Variam as debilidades humanas de conformidade com as criaturas e suas realizações; os homens Íntegros em seus negócios e labores cotidianos podem ser vulneráveis à cólera ou à irritação; aqueles que são pacíficos e acomodados podem se desgastar pelo ciúme, sofrerem pelo amor-próprio ferido ou se intoxicarem pelas ingratidões;alguns, quando frustrados nos, seus ideais ou vítimas das discussões domésticas ou das decepções amorosas, buscam no álcool a sua compensação doentia, enquanto outros, radiantes de júbilo pela vida fácil, vivem corroídos pelo remorso da fortuna desonesta. Mesmo as criaturas mais sensatas e mais justas muitas vezes só podem ajustar as suas idéias e acalmar seus nervos ou impaciência devorando dezenas de cigarros e formulando assim inconsciente convite a algum outro viciado sem corpo, do Além.
      Não podemos enumerar toda a série de contradições, vícios, frustrações, defeitos ou emoções descontroladas que podem servir de motivos básicos ou de válvulas emotivas que auxiliam o êxito das operações obsessoras empreendidas pelos espíritos das trevas, graças à invigilância dos encarnados.
      Os desencarnados que ardem em desejos pelo álcool não perdem o seu tempo, operando sobre o encarnado que é abstêmio alcoólico, por saberem que perderão os seus esforços e não conseguirão levá-lo ao alcoolismo. Preferem, pois, encontrar criaturas afeitas ao álcool ou já debilitadas por outras paixões perigosas, a fim de levá-las ao desregramento por caminhos indiretos. Da mesma forma procedem os espíritos que eram fumantes inveterados e que se alucinam no Espaço pela falta do cigarro.
      A Vida Além da Sepultura – Editora do Conhecimento
      Para resumir, os encarnados viciados na bebida e no fumo são prolongamentos vivos para os espíritos inferiores.
      A Umbanda Branca e Sagrada também repele essas coisas, existe muitos umbandistas que são pessoas corretas, honestas, inteligentes, caridosas, e se afastam dessas praticas viciosas.
      As minhas colocações são para analisar idéias, princípios e praticas, eu não estou criticando pessoas.

      3) Vejamos o grave alerta de Ramatis.
      Em verdade, o principal objetivo de “Magia de Redenção” é advertir aos terrícolas, quanto à sua tremenda responsabilidade espiritual pelo derrame de sangue de animais e aves através de matadouros, frigoríficos, charqueadas e açougues, cuja barbárie “civilizada” gera cruciante carma humano e torna-se a principal fonte de infelicidade terrena. Enquanto sangue do irmão menor verter tão cruelmente na face da terra, os espíritos desencarnados também terão farto fornecimento de “tônus vital” para a prática nefanda do vampirismo, obsessão e feitiçaria. Sob a justiça implacável da Lei do Carma, a quantidade de sangue vertida pelos animais e aves, resulta, pela ação reflexa, em igual quantidade de sangue humano jorrado fratricidamente nos morticínios das guerras e guerrilhas! Cada matadouro construído no mundo proporciona a encarnação de um “Hitler” ou “Átila”, verdadeiros flagelos, semeadores de sofrimento da humanidade, como executores inconscientes da lei cármica, – a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória! Jamais a guerra será eliminada da face da terra, enquanto explorardes a “indústria da morte” mediante esses abomináveis matadouros e frigoríficos de aves e animais, pois estes, como os homens, são filhos do mesmo Deus e criados para a mesma felicidade. A Divindade não seria tão estuta e injusta, permitindo que o homem dito racional seja feliz enquanto massacrar o irmão menor, indefeso e serviçal, pois ele também sente!
      Ademais, os espíritos diabólicos que obsidiam, vampirizam e enfeitiçam, são os irmãos desencarnados ainda escravos da ignomínia do carnivorismo, tal qual fazeis atualmente. Em verdade, é bem diminuta a diferença entre os vampiros desencarnados, que se satisfazem com o sangue cru, e os vampiros encarnados, que preferem come-lo ou bate-lo até transforma-lo em chouriço de rótulo dourado! Infeliz humanidade terrena, ainda escrava de um círculo vicioso, em que os “vivos” dotados de razão trucidam os “vivos” irracionais para beber-lhes o sangue e devorar-lhes as carnes; e então, depois, enfrentam o cruciante sofrimento de verem os filhos ou parentes para o massacre organizado dos campos de batalhas! Estadistas, filósofos, psicólogos, sacerdotes, lideres espiritualistas e governos tem gasto toneladas de papel e rios de tinta em congressos, campanhas, empreendimentos e confraternizações para implantarem a paz do mundo e festejando tais congraçamentos com banquetes de vísceras sangrentas de aves e de animais, cujo sangue vertido é exatamente a causa da infelicidade das guerras! A Divindade jamais poderia rebaixar o seu espírito de justiça e de amor por todos os seres, concedendo a paz e a ventura ao homem racional, que firma a sua existência sobre os escombros sangrentos do irmão menor!
      Convertem-se os terrícolas em escravos do mundo oculto ao servir de “repastos vivos” dos espíritos tenebrosos, vinculados às paixões mais aviltantes! Por isso, o enfeitiçamento e a obsessão alastram-se no vosso mundo, nutridos pelo sangue derramado das aves, dos animais e dos próprios homens massacrados carmicamente nas guerras abomináveis! Jorra o sangue nos pisos dos matadouros e aviários modernos sob os gemidos cruciantes dos animais e aves indefesos; mas jorrará também o sangue humano nas ruas, praças, lares e campos floridos sob a lei de causa e efeito do Carma!
      Ramatis.
      Ramatis explica muito bem essa questão de matar ou sacrificar pobres animais, isso vai gerar o Karma das guerras, os animais são nossos irmãos menores na escala evolutiva.
      Ramatis explica: Em verdade, o principal objetivo de “Magia de Redenção” é advertir aos terrícolas, quanto à sua tremenda responsabilidade espiritual pelo derrame de sangue de animais e aves através de matadouros, frigoríficos, charqueadas e açougues, cuja barbárie “civilizada” gera cruciante carma humano e torna-se a principal fonte de infelicidade terrena.
      Uma outra questão importante.
      Os espíritos de Luz ou espíritos elevados não precisam de coisas matérias, eles estão com seus pensamentos e sentimentos moralmente depurados, portanto, quem pede essas coisas matérias como, charutos, cigarros, velas, cachaça, despachos, sacrifícios de inocentes animais, são espíritos desencarnados ainda apegados a matéria e aos vícios e desejos terrenos, espíritos moralmente atrasados e muitos desses espíritos podem ser maldosos e obsessores, cuidado!
      Vejamos as palavras de Chico Xavier sobre essa questão.
      Para espíritos de luz, ou seja, espíritos superiores e puros, não existem necessidades materiais. Os espíritos que trabalham nos terreiros, em sua grande maioria, são aqueles que ainda guardam grandes necessidades das sensações terrenas e por isso usam os médiuns para absorvelas; quando não têm, fazem-no através dos despachos. São, na classificação da Doutrina Espírita, chamados de espíritos mais simples. É claro que existem aqueles outros que, mesmo tendo condição moral mais elevada,
      manifestam-se nos terreiros de Umbanda, guardando os procedimentos ali adotados.

      Chico Xavier fala, que os Espiritos de Luz não possuem necessidades matérias.
      Os espíritos elevados e os bons espíritos jamais vão pedir coisas matérias como, charutos, cachaça, despachos e sacrifícios de pobres animais, somente espíritos apegados a matéria é que pede tais absurdos.
      Os animais merecem o nosso respeito.
      Para atrair a assistência luminosa dos espíritos elevados temos que criar condições morais positivas, cultivar pensamentos elevados e nobres, cultivar a prece sincera, cultivar o amor e a caridade, cultivar a honestidade, cultivar a humildade, cultivar o respeito pelos animais, temos que combater as nossas imperfeições morais, combater os vícios, combater os maus desejos e maus hábitos, dessa forma a pessoa entra em sintonia com os Espiritos Superiores e passa a ter as orientações desses espíritos luminosos.
      O Bem vai atrair o Bem.
      A Virtude vai atrair a virtude.
      O mal vai atrair o mal.
      O vicio vai atrair o vicio.
      Tudo é uma questão de sintonia ou afinidade moral.
      Nesses ambientes que predomina o uso de charutos, cigarros, cachaça, despachos e sacrifícios de pobres animais, o campo vibratório é baixo e denso, as pessoas que estão nesses ambientes só tratam de assuntos matérias vulgares, assuntos sem elevação moral, assuntos como volta da pessoa amada, melhoria nos negócios, ter um bom emprego, ganhar dinheiro, sorte com as mulheres e os trabalhos para prejudicar os desafetos.
      Tais assuntos vão atrair pela sintonia vibratória dos pensamentos os espíritos desencarnados que estão apegados a matéria, espíritos moralmente atrasados e muitos desses espíritos podem ser maldosos, maliciosos, astutos, debochados, embusteiros e obsessores.
      Os espíritos elevados só tratam de assuntos nobres e importantes para nossa melhoria Moral e espiritual, eles pregam o Amor, a caridade, a honestidade, a educação, a disciplina, a elevação dos pensamentos, o respeito pelos animais, o desinteresse, os espíritos elevados são virtuosos em seus ensinamentos.
      Os espíritos elevados pregam as Virtudes e a elevação Moral.

      4) Como reconhecer a elevação dos espiritos desencarnados???

      Vamos conhecer a elevação dos espiritos pela sua Linguagem e pelos seus ensinamentos.

      Vejamos as palavras do Mestre Allan Kardec.

      a)Julgamos os Espíritos, já o dissemos, pela linguagem, como julgamos os homens. Suponhamos que um homem receba vinte cartas de pessoas que não conhece. Pelo estilo, pelas idéias, por numerosos indícios julgará quais são as instruídas e quais as ignorantes, educadas ou sem educação, profundas, frívolas, orgulhosas, sérias, levianas, sentimentais etc. Acontece o mesmo com os Espíritos. Devem considerá-los como correspondentes que nunca vimos e perguntar o que pensaríamos da cultura e do caráter de um homem que dissesse ou escrevesse aquelas coisas. Podemos tomar como regra invariável e sem exceção que a linguagem dos Espíritos corresponde sempre ao seu grau de elevação.
      Os Espíritos realmente superiores não se limitam apenas a dizer boas coisas, mas as dizem em termos que excluem absolutamente qualquer trivialidade. Por melhores que sejam essas coisas, se forem manchadas por única expressão de baixeza temos um sinal indubitável de inferioridade. E com mais forte razão se o conjunto da comunicação ferir as conveniências por sua grosseria. A linguagem revela sempre a sua origem, seja pelo pensamento ou pela forma. Assim, mesmo que um Espírito quisesse enganar-nos com a sua pretensa superioridade, bastaria conversamos algum tempo com ele para o julgarmos.
      A bondade e a afabilidade são também atributos essenciais dos Espíritos depurados. Eles não alimentam ódio nem para com os homens nem para com os demais Espíritos. Lamentam as fraquezas e criticam os erros, mas sempre com moderação, sem amarguras nem animosidades. Se admitirmos que os Espíritos verdadeiramente bons só podem querer o bem e dizer boas coisas, concluiremos que tudo o que, na linguagem dos Espíritos, denote falta de bondade e afabilidade não pode provir de um Espírito bom.

      b)Admitido que os Espíritos bons só podem dizer e fazer o bem, tudo o que é mau não pode provir de um Espírito bom.
      A linguagem dos Espíritos superiores é sempre digna, elevada, nobre, sem qualquer mistura de trivialidade. Eles dizem tudo com simplicidade e modéstia, nunca se vangloriam, não fazem jamais exibição do seu saber nem de sua posição entre os demais. A linguagem dos Espíritos inferiores ou vulgares é sempre algum reflexo das paixões humanas. Toda expressão que revele baixeza, auto-suficiência, arrogância, fanfarronice, mordacidade é sinal característico de inferioridade. E de mistificação, se o Espírito se apresenta com um nome respeitável e venerado.
      Não devemos julgar os Espíritos pelo aspecto formal e a correção do seu estilo, mas sondar-lhes o íntimo, analisar suas palavras, pesá-las friamente, maduramente e sem prevenção. Toda falta de lógica, de razão e de prudência não pode deixar dúvida quanto à sua origem, qualquer que seja o nome de que o Espírito se enfeite.

      c) Distinguir os bons dos maus Espíritos é extremamente fácil. A linguagem dos Espíritos superiores é constantemente digna, nobre, repleta da mais alta moralidade, livre de toda paixão inferior; seus conselhos exaltam a sabedoria mais pura e sempre têm por objetivo nosso aperfeiçoamento e o bem da humanidade. A linguagem dos Espíritos inferiores, ao contrário, é inconseqüente, muitas vezes banal e até mesmo grosseira; se por vezes dizem coisas boas e verdadeiras, dizem na maioria das vezes coisas falsas e absurdas por malícia ou por ignorância. Zombam da credulidade e se divertem à custa daqueles que os interrogam ao incentivar a vaidade, alimentando seus desejos com falsas esperanças. Em resumo, as comunicações sérias, no verdadeiro sentido da palavra, apenas acontecem nos centros sérios, cujos membros estão unidos por uma íntima comunhão de pensamentos, visando ao bem.

      É meus amigos devemos estudar as obras do Mestre Kardec.
      Vamos reconhecer a elevação dos espíritos desencarnados pela sua Linguagem e pelos seus ensinamentos.
      Os Espíritos de Luz ou Espíritos Elevados possuem sempre uma Linguagem moralmente limpa e elevada.
      Os Espíritos Elevados possuem uma Linguagem pura, digna, nobre, lógica, isenta de vulgaridades e expressões grosseiras, sua Linguagem é sempre Moralizadora incentivando as pessoas a seguirem o Caminho do Bem e das Virtudes.
      Os espíritos inferiores possuem uma Linguagem moralmente pesada e grosseira, sua linguagem reflete as paixões e vícios humanos, como, o ódio, a revolta, o rancor, o medo, o fanatismo, desejos de vingança, apego aos vícios de beber e fumar e outros vícios como a gula, o jogo e as drogas, esses espíritos inferiores estão na atmosfera terrena tentando viver entre os encarnados.
      Os encarnados que possuem maus pensamentos, maus desejos, vícios, e tem uma vontade fraca, são os mais visados por esses espíritos inferiores e obsessores da atmosfera terrena, eles procuram intuir ou inspirar maus pensamentos e vícios na mente das pessoas.
      Para afastar esses maus espíritos, temos que cultivar uma vida terrena digna, correta, honesta, com pensamentos elevados e positivos e procurar sempre combater os maus pensamentos, os maus desejos, os vícios.
      A nossa Conduta Moral tem que ser Reta no Cristo.
      Dessa forma os maus espíritos não conseguem se sintonizar com a nossa mente estamos vibrando em outra faixa, a proteção espiritual quem faz é a própria pessoa, conforme a sua forma de pensar, sentir e agir.
      Tudo depende dos nossos pensamentos, sentimentos e atitudes.

      5) Uma outra questão muito importante.
      Toda comunicação dada pelos espiritos desencarnados, tem que passar pelo crivo severo da Razão e da Lógica para poder ser aceito.
      Qualquer ofensa a Razão, a lógica e a moral elevada, deve ser rigorosamente rejeitado, seja qual for o nome dado pelo espírito comunicante.
      Existe muitos espiritos embusteiros, mentirosos, hipócritas e mistificadores no mundo espiritual, devemos tomar muito cuidado.

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