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O IMPÉRIO DAS FORMIGAS DE H. G. WELLS (EMPIRE OF THE ANTS)

O Império das Formigas (Empire of the Ants) de H. G. Wells é um conto, publicado pela primeira vez em The Strand Magazine em 1908, sobre a pequenez da humanidade e a fragilidade do domínio que o Homo sapiens goza na Terra. Um filme de 1977, Empire of the Ants, alegou ser baseado na história de Wells, mas não tinha quase nada a ver com o original.

A história envolve um explorador que é enviado para a América do Sul para investigar denúncias de formigas inteligentes que destruíram uma colônia.

ENREDO:

O capitão Gerilleau é ordenado a pegar a sua canhoneira, a Benjamin Constant, para ajudar os moradores da cidade de Batama, no braço Batemo do Guaramadema (no “Alto Amazonas”), “contra uma praga de formigas.” Juntamente com um engenheiro de Lancashire, chamado Holroyd, eles são enviados rio acima para investigar alegações de que enormes formigas (de 2 polegadas ou mais) estão destruindo uma aldeia. Eles encontram uma espécie de grande formiga preta que evoluiu para uma inteligência avançada e aprendeu a fazer ferramentas e organizar ataques. Antes de chegar a Badama, Capitão Gerilleau encontra um barco que foi tomado pelas formigas, que mataram e mutilaram dois marinheiros. Após o capitão Gerilleau enviar seu segundo em comando, o tenente da Cunha, a bordo do navio, as formigas o atacam e ele morre dolorosamente horas depois, aparentemente envenenado. No dia seguinte, depois de queimar o barco, a Benjamin Constant chega em Badama. A cidade está deserta e todos os seus habitantes mortos ou dispersos. Temendo as formigas e seu veneno, o capitão Gerilleau dispara com “grande arma de fogo” na cidade um par de vezes, com efeito mínimo. Ele, então, pergunta “o que mais havia para fazer?” (Variantes desta frase são usadas ​​ao longo da história quando se discute as formigas). E decidem retornar para casa. Holroyd jura que algumas das formigas estavam usando suas patas dianteiras como braços e vestindo uma espécie de roupa (“estas formigas têm grandes cabeças, vestem roupas e usam seus antebraços como nós fazemos”)…

O engenheiro retorna à Inglaterra para alertar as autoridades sobre as formigas “antes que seja tarde demais.” A história conclui que: “Em 1920 elas vão estar a meio caminho do baixo Amazonas e em 1950 ou ’60’, o mais tardar descobrirão a Europa”.

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