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BDSM – MUMIFICAÇÃO (18+)

Cuidados Especiais:

* Certifique-se que o submisso(a) não sofre de nenhum tipo de fobia;
* Tenha sempre por perto uma tesoura com ponta redonda, para o caso de ter de libertar o(a) submisso(a);
* Verifique com frequência a respiração para ter a certeza que o submisso (a) não esteja começando a ter algum problema e/ou asfixiando;
* Verifique perguntando ao(a) submisso(a) se ele(a) não está ouvindo zumbidos por conta de circulação sanguínea presa, o que consequentemente, poderá acarretar a falta de oxigenação no cérebro;
* Tenha certeza de que o(a) submisso(a) tenha ido ao banheiro para urinar, antes de iniciar a sessão, principalmente se esta for longa;
* Se o(a) submisso(a) entrar em pânico, especialmente se estiver com o rosto parcialmente coberto, com apenas as narinas e/ou a boca de fora, seja pelo papel plástico, ou máscara, ofereça conforto e tranquilidade, removendo-lhe o plástico ou a máscara. Após isto, contar lentamente de 10 a 1 em voz alta é um meio para controlar a respiração;
* Nunca deixe uma pessoa mumificada sozinha;
* Hidrate o(a) submisso(a) o tempo todo pois o suor excessivo desidrata;
* Nunca ultrapasse 40 minutos em uma mumificação;
* Olhe se os pés e mãos estão ficando roxos;
* Marque com uma caneta, os lugares a ficarem expostos depois de mumificado: mamilos, pênis, bunda, o que desejar. Isto também facilitará para o caso de ter que recorrer à tesoura; e
* Não use gag ball em alguém mumificado.

Bondage com filme plástico é uma das atividades preferidas por muitas pessoas. É barato e todos os materiais necessários estão facilmente disponíveis. O tempo de uma sessão pode variar de cerca de 20 minutos até o tempo que se desejar. Procure sempre ter bastante espaço para realizar essa atividade.

Materiais necessários:

Um rolo ou mais de filme plástico (Rolopac).
Tesoura (como medida de segurança)

Materiais opcionais:

Algodão
Fita do tipo silver tape
Algemas

A submissa deve ficar na posição vertical, com os braços para cima. Cabelos longos deverão ser presos.

Comece a desenrolar o filme ao redor do tronco da sub com a borda virada para o seu corpo, e não para o dela. A razão disso é que se você fizer o inverso, acabará com o rolo de filme num emaranhado de plástico. Desenrolá-lo ao longo do corpo da sub, é muito mais fácil.

Não é recomendado cobrir a cabeça e o rosto com o filme devido ao perigo de asfixia e de sobreaquecimento. Se quiser que a cabeça fique coberta, o ideal é usar um capuz ou máscara BDSM. No entanto, se decidir cobrir toda a cabeça com o filme certifique-se de que o nariz e a boca estão expostos facilitando a respiração.

PRESSÃO:

Toque o corpo de uma maneira suave para um relaxamento em primeiro lugar. Acariciar suavemente a pele exposta no braço ou rosto e, em seguida, a pele encoberta pelo filme, demonstrará a diferença de sensações. O corpo pode ser virado para baixo e as nádegas acariciadas ou espancadas.

EXPOSIÇÃO

Com grande cuidado corte o filme a partir do peito expondo mamilos, nádegas, bochechas e áreas genitais. Ao sentir o ar tocar sua pele, a sub experimentará diferenças de temperatura, isso aumentará a sensibilidade nessas áreas, que se tornarão mais vulneráveis do que o resto do corpo.

Pode deixar essas áreas em aberto para espancamentos e tortura, enquanto a sub é incapaz de se mover.

Tenha sempre por perto uma tesoura para o caso de ter de libertar a submissa.

Verifique com frequência a respiração para ter a certeza que ela não esteja começando a asfixiar.

Verifique se a sub não está experimentando zumbidos devido à circulação sanguínea.

Se ela entrar em pânico, especialmente se estiver usando máscara e venda, ofereça conforto e tranquilidade, descobrindo rapidamente seus olhos e remova a máscara.

(texto de autoria Deusanemesis retirado da net)

“Após a primeira volta o corpo começa a aquecer, mas de forma tolerável, porém quando foi cobrindo dos ombros para o pescoço, a adrenalina também foi elevando, a cada contorno do filme a pressão aumenta e se sente mais presa e limitada, a temperatura interna vai se tornando mais desconfortável… De acordo que mais vezes o filme é passado em redor de todo corpo, um leve descontrole emocional também desperta.

O filme sendo passado sobre a cabeça e os olhos que vão sendo totalmente vendados, mais a audição que se torna mínima, vai sinalizando uma sensação nervosa. Essa privação dos sentidos somados aos movimentos físicos zerados, colaborou para esse descontrole inicial. Apenas ao longe, a voz de meu Senhor me tranquilizando. Finalizando, apenas o nariz e a boca expostos, a respiração acelerou por alguns instantes quando me invadiu certa aflição, paradoxalmente o tesão também toma forma… Meu Dono me orientando a relaxar e respirar mais pausadamente, me acalmando, até que tudo se normalizasse, apesar de ainda sentir calor intenso e transpiração excessiva… alguns momentos para umas fotos e em seguida o sadismo de meu Dono que com as mãos vedava vez ou outra a minha respiração por alguns momentos, testando meu controle…

Pensem que nessa altura nada que eu quisesse fazer seria possível. Estava em posição totalmente indefesa, vulnerável e sabidamente consciente do poder entregue ao meu Dono.

Ele me posicionou deitada e utilizou o chicote algumas vezes, recebi a dor das chibatadas com o corpo inerte onde até para respirar era difícil, devido a pressão feita pelo filme plástico envolto em mim.

Veio então a parte mais tensa… Dono me pergunta se confio nele… E seria realmente necessário eu responder? Sem ter nenhuma noção do que acontecia, fui carregada até a banheira ainda parcialmente vazia, ali apenas fui ouvindo o som distante da torneira aberta e no toque da água em meu corpo, percebia o nível subindo… Por alguns momentos não senti meu Dono por perto e novamente isso acelerou meu coração, mas logo depois, senti as mãos dele me segurando e sua voz próxima me tranquilizando… O tempo a seguir foram viagens que nem sei bem como descrever…”

Julia submissa

“Foram mais 20 minutos submersa à água, respirando através do tubo que ELE segurou o tempo todo em sua mão, observando meus pulsos, meus pés, minha respiração, cronometrando-a inclusive, controlando minhas reações, minha postura e todo e qualquer movimento que eu viesse a fazer e ter naqueles momentos debaixo d’água, imobilizada. A sensação era como se eu estivesse mergulhando com snorkel, porém, restrita em meus movimentos. Senti um misto de pavor com prazer, uma adrenalina infindável….”

“A submissa é encantada com a perspectiva de uma nova sessão, porque ela sabe que vai se tornar o universo de seu Dono naquele momento. Em seu abandono, consequentemente, ela irá focar todos os seus sentidos para o seu Dono, com o único intuito de satisfazê-lo plenamente. Ela será tocará em todos os lugares conforme as vontades e desejos DELE, fazendo com que ela exale seu perfume característico de fêmea, a cada aproximação DELE. Um DONO consciente, admira a coragem de sua menina, a dignidade com que ela irá fornecer-lhe o prazer, lidando resignadamente com a dor para satisfazê-lo. Orgulhoso ELE fica sempre que a vê transformando a dor em prazer. ELE sabe que ela será varrida pelas ondas de dor e/ou prazer, conforme o critério DELE, levando-a a um mundo de emoções confusas, diversão desenfreada, e irracional necessidade de dar-lhe tudo, sem restrições.”

O INFINITO PARTICULAR DE ÍSISDOJUN

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