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Os Segredos da Invisibilidade – Por: Morbitvs Vividvs

O poder de ver sem ser visto e estar presente sem ser notado é uma velha fantasia da humanidade, especialmente atraente para aqueles satanistas que, como eu, tem tendências misantrópicas e uma certa aversão por seres humanos em geral. Em um mundo repleto de filas, multidões e câmeras de vigia o simples prazer de não ser tocado por outros olhos é algo cada vez mais raro. Os antiquados livros do antigo ocultismo fizeram suas promessas. O Grimório Verum, por exemplo, propõe que para obter a invisibilidade é necessária uma bizarra receita envolvendo feijões mágicos e uma cabeça humana. Já o Pequeno Alberto sugere o uso da ‘Mão de Glória’ uma espécie de amuleto pé-de-coelho, onde em vez de coelho usamos o cadáver de um criminoso (morto por enforcamento). A tradição vodu, por sua vez, ensina que devemos colocar pó de osso de gato preto embaixo da língua.
Muitas são as receitas e unguentos antigos, todos eles, entretanto, como qualquer pessoa razoável pode perceber, são mais eficientes em desencorajar e assustar os interessados do que em realmente tornar alguém invisível. Assim, se este poder realmente te interessa, o primeiro passo é lançar ao fogo estas crendices antiquadas. Veremos neste artigo o que os magos negros realmente fazem em relação à invisibilidade e como ela pode ser abordada de maneira sensata nos campos da magia maior e menor.

As duas chaves da invisibilidade – Magia Menor
O primeiro passo é sermos racionais sobre quais são os resultados desejáveis, abandonando assim qualquer fantasia infantil. Se você realmente espera quebrar as leis da física para que a luz não seja refletida pelo seu corpo e assim as pessoas não possam enxergá-lo você tem um sério problema nas mãos, ou melhor na cabeça. A magia deve trabalhar em concordância com as leis da natureza e não indo contra elas. A humanidade só conquistou a capacidade de voar quando parou de medir forças com a gravidade e começou a usar o que sabia sobre a pressão atmosférica. A verdadeira invisibilidade funciona da mesma forma: se você não pode vencer a natureza, junte-se a ela. Ela é grandiosa o bastante para lhe dar meios para fazer absolutamente qualquer coisa que quiser, basta saber que caminho percorrer.
Assim, da mesma forma que os antigos sábios fizeram, devemos fazer agora. Para voar observavam os pássaros. A natureza é sábia, mas o homem, via de regra não é. A raça humana parece ter a necessidade de reinventar a roda sempre que deseja abraçar uma nova empreitada. A invisibilidade existe ao nosso redor já, se a observarmos podemos não apenas tirar conclusões interessantes como também economizar um monte de dor de cabeça. Um exemplo claro disso ocorre em colméias, a vida de uma abelha está ligada à sua colméia de uma forma tão intrincada que é praticamente impossível diferenciar uma da outra. Elas protegem a colméia com a própria vida, evitando a todo custo que um inseto inimigo, como uma vespa, entre lá dentro, a evolução fez com que diferentes abelhas desenvolvessem diferentes características para levar a vida desta forma, abelhas operárias, abelhas que fazem mel, abelhas soldados que protegem a colméia, zangões que servem para fecundar a rainha, etc. Quando uma vespa tenta entrar na colméia surge uma batalha, guerreiras atacam o inimigo, enviam sinais de alerta, fazem de tudo para impedir sua entrada. Agora caso a vespa passe pela segurança e entre na colméia, ela não é incomodada pelas abelhas que vivem lá dentro, é como se houvesse uma lei natural que dissesse: Se este indivíduo chegou a este ponto, é porque ele tem que estar aqui. O inseto inimigo então está livre para fazer o que quiser, invisível para os olhos dos habitantes do lugar. Comportamento semelhantes existem em praticamente todo grupo de insetos sociais, formigas, cupins, etc. Vamos ver então como colocar isso em prática a nosso favor, já que, no fundo, pessoas e insetos não são seres tão diferentes assim.
Em Magia, antes de declararmos nosso intento, devemos estudá-lo com atenção para saber se ele representa exatamente o que queremos. Algumas pessoas declaram desejar a morte de alguém, quando tudo o que precisam é um fim de semana sozinhos.
Realizam rituais de luxúria inúteis porque no fundo o que querem é ser amadas. Fazem rituais querendo pagar dívidas, quando o que precisam é do dinheiro e não credores querendo receber batendo à porta.
Temos que ter em mente que os fins são muito diferentes dos meios. O mesmo acontece com a invisibilidade. No fundo não queremos perverter o caminho dos raios de luz, queremos apenas não sermos vistos. É possível olhar para algo sem de fato enxergá-lo da mesma maneira que podemos ouvir uma conversa sem realmente escutar o que está sendo dito. Quem nunca perdeu alguns minutos procurando um chaveiro que no final das contas já estava nas próprias mãos?
O velho ditado é sábio: se fosse uma cobra te mordia e você não percebia!
O segredo da invisibilidade consiste portanto não em desviar a luz do sol, mas sim a atenção das pessoas. Mas não se engane, embora seja fruto da psicologia moderna aplicada, o resultado final deste ritual é tão espetacular e mágico quanto os descritos nos antigos livros de magia.

Veja o vídeo a seguir, ele foi criado em 1999 por Daniel Simons e Christopher Chabris como parte de um estudo sobre o déficit de atenção. Tente contar quantas vezes os jogadores vestidos de branco passam entre si a bola de basquete.

A base de tudo reside nos conceitos de Percepção Seletiva, o mesmo princípio por trás de mais da metade dos truques feitos pelos ilusionistas de palco.
Ele pode ser reduzido a um principio simples que é nossa primeira chave mágica da invisibilidade: “As pessoas vêem aquilo que esperam ver.”
O grande truque então, neste ponto, é aprender a fazer as pessoas verem aquilo que você quer que elas vejam, deixando campo para você poder fazer coisas que elas não vão enxergar. Todos acham que podem enxergar qualquer coisa que aconteça a seu redor, mas a verdade é que para poupar nosso cérebro de ter que processar informações irrelevantes nós simplesmente ignoramos uma boa parcela da realidade. Dê a elas algo para onde direcionar sua atenção e poderá fazer absolutamente qualquer coisa. Eis aqui uma anedota que ilustra muito bem a situação:
Conta-se que quando Hitler estava fazendo seus planos disse aos seus ministros:
– Este é meu plano: Vamos matar 6 milhões de judeus e dois dentistas.
– Estranho… Porque dois dentistas mein fuhrer? – Perguntou um deles.
E batendo na mesa e dando um sorriso ele respondeu:
– Estão vendo! Ninguém vai perguntar dos judeus!

Outra forma de aplicar o conceito é estar no lugar errado na hora errada. As pessoas falham em perceber eventos que saem da sua rotina mesmo quando pensam que estão olhando com atenção para o que acontece. Na prática as pessoas não enxergam nada que não esteja no lugar esperado, talvez seja este o grande segredo de sobrevivência das baratas.
Será que elas só são vistas onde há comida e sujeira ou será que nós esperamos vê-las apenas onde há comida e sujeira? Há uma enorme diferença entre as duas opções. Lembre-se das vespas e das abelhas.

LaVey conta um caso interessante sobre invisibilidade em seu livro Satan Speaks onde dedica um capítulo aos truques psicológicos da invisibilidade. No fundo de sua casa ele mantinha Togare, seu leão de estimação.
O animal era mantido em uma jaula a menos de dois metros da janela da cozinha. Certa tarde, após uma palestra informal, os convidados se dirigiram a cozinha para o café. Togare, exuberante como uma criança que quer chamar atenção fazia-se ser notado por todos os presentes esticando as garras por entre as barras. Um dos convidados presentes, de aparência intelectual, estava tão entretido com a conversa que apenas concordou com a cabeça desinteressadamente quando alguém comentou sobre o belo leão. Cinco minutos depois ele olhou para fora da cozinha e derrubou o que restava de seu café no chão enquanto gritava: “HÁ UM LEÃO LÁ FORA!”

Leões não deveriam ser vistos da cozinha. Para ele o animal estava invisível. Se você quer aprender a ficar invisível aprenda a manipular com as expectativas das pessoas. Dê a elas uma desculpa para eliminarem sua presença de sua realidade e ela se desfará no ar. Note como demoramos para notar a presença de colegas de trabalho quando os encontramos no fim de semana e dificilmente reconhecemos um garçom quando o encontramos fora de seu ambiente de trabalho trajando roupas normais, mesmo que ele nos atenda com frequência. Tente se lembrar agora de quantos mendigos viu na rua enquanto rumava para o trabalho, e no dia seguinte tente reparar em cada um deles e veja se os números batem.
Existem casos entretanto em que as pessoas já estão olhando para você e que você gostaria muito de ser ignorado. Nesses casos a linguagem corporal é quem dá as cartas. Qualquer postura típica de quem não quer ser visto servirá como um holofote e colocará você no centro das atenções. Este truque eu aprendi muito cedo, ainda menino quando queria roubar biscoitos de cima da geladeira sem que minha mãe, na cozinha, percebesse. Sempre que me aproximada de maneira maliciosa com o andar e o olhar típico dos ladrões ela sequer precisava virar para notar que eu me aproximava e de pronto me expulsava para longe.
Certo dia, mudei minha postura, apenas para ver o que acontecia. Entrei normalmente na cozinha e enquanto conversava com ela peguei alguns biscoitos e os comi na sua frente. Ficou muito claro para mim desde então a segunda chave mágica da invisibilidade: “Porte-se como quem não se importa”.
Faça um teste. Tente roubar a carteira de um amigo ou colega de trabalho só por diversão. Na primeira experiência faça como qualquer pessoa faria, tentando se esconder e ocultando seus movimentos. Nada é mais chamativo do que alguém que não quer ser visto. É muito provável que você seja pego antes de ter qualquer chance. Na segunda tentativa comporte-se de modo natural, como se pegar a carteira fosse a coisa mais normal do mundo, trate a carteira como se fosse sua. Outro exercício é, quando estiver em um supermercado, ou hospital, ou outro lugar público do gênero, procure a porta de PROIBIDA A ENTRADA, ou o equivalmente – APENAS PESSOAL AUTORIZADO, etc. – e entre, como se você tivesse esquecido as chaves do carro do outro lado. Caso alguém esteja do outro lado e repare em você sorria e cumprimente a pessoa, e siga seu caminho. Estas técnicas são bastante eficazes e funcionam a maior parte das vezes, e saiba disto, quanto mais praticar, mais vezes elas funcionarão, com a vantagem que para as poucas vezes que não funciona você não vai ser pego desprevenido. Afinal, você não se importa.

Ritual da Invisibilidade de Morail – Alta Magia
Dominando as chaves mágicas dadas na primeira parte deste texto você raramente precisará dos esforços da alta magia. A única razão que justificaria um contexto ritual para invisibilidade é a preparação mental para algum evento especial ou acontecimento específico em que você espera ser ignorado. Uma estadia em algum país particularmente perigoso, uma avaliação para o serviço militar ou uma reunião para decidir quem vai trabalhar nos próximos finais de semana são alguns exemplos propícios para este tipo de uso.
A Alta Magia tem seu uso quase sempre mal compreendido. Se deuses, demônios ou elementais existem ou não, isso não vem ao caso. Se são construções da nossa própria mente, reflexos de nossa personalidade ou simplesmente inteligências incorpóreas, o resultado do trabalho com eles é que importa. Quando for realizar um ritual de Alta Magia o truque está em ter certeza de que, não importa a realidade objetiva dessas criaturas, você busca o seu resultado. Isso faz com que cada ritual se torne certeiro, pois o principal fator deles é você saber que não importa se pela ação de um demônio, se por uma mudança de atitude no seu comportamento ou se por simples acaso, seu intento se realizará.
Assim, o efeito desejado no ritual é, acima de tudo, uma reprogramação do próprio subconsciente com a intenção de criar uma sub-rotina no seu comportamento para que não chame atenção. Um ritual de Invisibilidade é portanto, algo que se faz sobre si mesmo para que se comporte de acordo, porque as pessoas, façamos o que for, continuaram a se comportar da mesma maneira. Em uma multidão de 7 ou de 700 pessoas, não há motivo para crer que você chame mais atenção do que os outros – a não ser que se comporte para isso.

Segue um exemplo que já utilizei com sucesso. Quem se dedicar a sua execução terá uma boa surpresa quanto à sua excelente eficácia e quase acreditará estar usando alguma espécie de recurso sobrenatural. Mas eu garanto: não estão.

O ritual é baseado no mito de Morail, um demônio especialista na arte da invisibilidade.
Para realizar o ritual monte seu altar satânico como de costume, as únicas diferenças são, neste caso, uma única vela deve ser usada: a menor e que menos luz ofereça dentre as que puder encontrar, ótimas opções para isso são velas brancas de bolo de aniversário, e que, logo abaixo do pentagrama, você tenha em destaque o selo de Morail (ver abaixo).

No cálice deve ser colocado algum conhaque de excelente qualidade.

O Rito
1 – Seguindo o sentido anti-horário, aponte com a espada para os ponto cardeais invocando os quatro príncipes coroados do Inferno: Do sul, Satã, do leste Lucifer, do norte Belial e do oeste Leviatã.
2 – Purifique o ar da câmara tocando o sino.
3 – Faça a Invocação a Satã, conforme consta na Bíblia Satânica
4 – Leia os seguintes Nomes Infernais:
Adramelech, Baalberith, Cimeries, Damballa, Dracula, Loki, Mephistopheles, Nihasa, Pluto, Sammael, Set, Shaitan, Tezcatlipoca, Thoth, Typhon
5 – Beba do cálice.
6 – Faça a seguinte invocação. Reescreva com suas próprias palavras se puder:
“Como a serpente que engana e a sombra que se oculta eu sussurro como a morte para que você me escute!
Sim! Eu lhe invoco Morail, tu que tens o poder de tornar invisível todas as coisas do mundo!
Que os outros tenha ouvidos e não escutem, tenham olhos e não enxerguem!
Que minha carne lhe esteja oculta e sua atenção sequer me toque.
Pelo poder de Satã, que eu me torne irrestrito como o vento.
Eu lhe invoco Morail, inflija escuridão nos olhos que me cercam e silêncio em seus ouvidos para que eu possa atingir meus objetivos.
Para isso eu invoco todos os poderes em nome de Satã, cuja glória excede a do espaço infinito!
Shemhamforash! Salve Satã!”

7 – A seguir sente-se, feche os olhos e relaxe. Imagine por alguns instantes como seria ser completamente invisível em algumas situações onde as pessoas não conseguem ver você não importa o quanto se esforcem. Empenhe-se para viver o mais intensamente possível estas visualizações.
8 – Levante-se e desenhe um circulo no ar com sua espada ou seu dedo indicador.
Diga: “Morail, esta é a visão de que lhe falo!”

9 – Depois de desenhar o olho no ar, espete-o com sua espada ou com as a ponta das duas mãos com as palmas unidas. No exato momento em que tocar o centro do olho concentre-se em suas mãos e veja como elas lentamente se tornam transparentes.
10 – Quando sua mão estiver completamente invisível em sua mente, segure este pensamento pelo máximo de tempo que puder. Não deixe a mente divagar.
Mantenha por aproximadamente cinco minutos a imagem de sua mão invisível em sua cabeça. Pessoas sem as habilidades mentais necessárias a prática mágica não terão muito sucesso, a estas só posso recomendar mais treinamento.

Não há necessidade de usar um relógio ou cronometro para marcar o tempo, pois a continuidade do pensamento é muito mais importante que sua duração em segundos.
Então, entoe pausadamente e com calma as palavras:
MORAIL, FAÇA-ME INVISÍVEL

Para cada 30 vezes que a frase for repetida um minuto terá se passado. Use uma corda de nós ou seu terço satânico para auxiliar na contagem se necessário.
11 – A seguir visualize a transparência das mãos se estender para os braços, o peito, o abdômen, as pernas e por fim a cabeça. Para cada uma destas partes repita o procedimento realizado para as mãos novamente usando cerca de cinco minutos de visualização para cada uma das partes. Ao final você deverá estar completamente invisível.
12. Leia a nona chave enoquiana.
13 – Realize o ritual menor do pentagrama banindo.

Amuleto de Invisibilidade
Logo de início é comum que alguns magos ou praticantes inseguros acabem sabotando o ritual com o próprio nervosismo, mas existe uma maneira de evitar que isso aconteça. Criar um amuleto de invisibilidade é uma forma de se criar um vínculo entre sua mente e o ritual realizado, uma forma de trazer sempre com você a certeza de que assim que desejar passará a não ser mais notado.
Para confeccionar seu amuleto você precisará de algo que represente um olho. O objeto ideal é o amuleto turco do olho, que as pessoas acreditam proteger de mau-olhado, inveja e outros sentimentos do gênero.
Não importa qual o objetivo deste amuleto ou de qualquer outro que você providencie. O olho turco é indicado não apenas por existir em diferentes formatos, mas por ser fácil de ser conseguido, caso você tenha habilidades manuais, pode confeccionar um amuleto como preferir, o importante é que ele represente um olho.
Para confeccionar seu amuleto você precisará de esparadrapo, fita isolante e caneta hidrográfica.

Em um dia ensolarado vá para um local movimentado e cheio de gente, uma avenida movimentada, um centro comercial, um shopping center, etc.
Escolha um local e sente-se nele, relembrando a sua invisibilidade conseguida com o ritual. Você não deve, de forma alguma se importar com as pessoas que passam a seu redor, você está invisível, trate-as de acordo. Coloque na sua frente o amuleto, o esparadrapo e a fita adesiva.
Feche os olhos e tente, no escuro da mente, visualizar o amuleto à sua frente, ouça e sinta todos ao seu redor e imagine que o elo entre você e eles é simplesmente o objeto que se encontra diante de você. Ainda de olhos fechados imagine que o céu acima de você está repleto de estrelas, como o céu noturno, a diferença é que a presença do sol as tornam invisíveis.

Faça então um pedido para Morail:
“Que este amuleto me torne como as estrelas, invisível, em plena luz do dia. Que as multidões me ignorem. Que como o ar eu esteja presente, mas desapercebido.”

Ainda com os olhos da mente, pinte de preto a imagem do objeto, cegando-o.
Abra os olhos e apanhe o amuleto. Você deve estar completamente confortável e à vontade, sem se preocupar com ninguém. Pegue o talismã e cortando duas tiras de fita isolante tape o olho.
“Morail, assim como cego este olho, cegue a todos em cuja presença eu me encontre.”

Usando o esparadrapo, cubra toda a parte de trás do amuleto e diga:
“Morail, a ti dedico este amuleto, que teu poder e tua glória, ignorada por todos, me inunde e me torne como uma breve lembrança que passa desapercebida pela mente dos que olham em minha direção.”

Com a caneta desenhe o sigilo de Morail sobre o verso do esparadrapo.
Diga:
“Está feito”

Levante-se e saia, desapercebido como entrou.

O amuleto deve ser mantido longe dos olhares profanos. Se você possuir uma bolsa de tecido ou veludo negro, use-a para guardá-lo, apenas tire-o de seu local de repouso quando desejar usá-lo. Lembre-se que o amuleto sem o ritual anterior é praticamente inutil. Quando usá-lo mantenha-o no bolso ou no pescoço, são lugares de fácil acesso para que você o toque, caso precise, e ao mesmo tempo longe da vista de todos.

FONTE: http://www.mortesubita.org/satanismo/rituais-satanicos/segredos-da-invisibilidade

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