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A Ordem Cósmica

Sírio, o Sol dos Sóis da Via-Láctea, é uma estrela dupla. O Irmão Gêmeo de Sírio é um Mundo Negro de terrível e espantosa densidade. A influência vibratória da estrela dupla Sírio é muito estranha. Essa radiação é supra-solar e infralunar.
Por simples dedução lógica podemos dizer que a dupla radiação de Sírio influi decididamente sobre todos os supracéus e sobre todos os infra-infernos da Via-Láctea.
Sírius A é uma Gigante, enquanto Sírius B é uma Anã, terrivelmente densa. De Sírius A irradiam-se as energias divinas, crísticas, e de Sírius B, as energias infernais para toda a Via-Láctea.
Se bem é certo que Sírio é o Grande Sol da Via-Láctea, também não é menos certo que seu tenebroso Irmão Gêmeo tem uma densidade muito mais assombrosa mais do que qualquer obscurantíssimo interior da lua mais morta.
A dupla estrela Sírio compõe-se de um imenso sol radiante 26 vezes mais brilhante que o nosso, com uma trajetória circular de um período de 50 anos ao redor de uma Anã Branca do tamanho de Júpiter e 5 mil vezes mais denso que o chumbo.
Foi-nos dito que a Via- Láctea gravita ao redor da dupla estrela Sírio. Essa dupla estrela parece encher de alguma forma a brecha excessiva entre os Cosmos do Sistema Solar e a Via-Láctea.
A dupla estrela Sírio indica uma intensa atividade solar e lunar dentro de nossa galáxia. A dupla estrela Sírio influi decididamente sobre nós, aqui e agora. Libertar-se da influência lunar é algo espantosamente difícil mas indispensável para lograr a liberação.
A influência lunar é dupla no mundo em que vivemos porque a terra tem duas luas. Ante os telescópios, a segunda lua se vê negra e do tamanho de uma lentilha. Os ocultistas deram à Lua Negra o nome de Lilith. Este segundo satélite lunar é uma espécie de Oitava Esfera Submergida, um mundo terrivelmente maligno.
As vibrações sinistras que vêm da Lua Negra originam na Terra monstruosidades, abominações, crimes espantosos cheios de repugnante sadismo, luxúria inconcebível, homossexualismo em grande escala, masturbação, pederastia, abortos provocados etc.
Entre os produtos mais abomináveis de Lilith é oportuno citar o caso do Conde Drácula, na Rússia. Esse personagem de cinema realmente existiu e HPB o comenta em uma de suas obras. Diz a Grande Mestra que dito conde foi em tempos dos czares o alcaide de certo povo russo; odiava mortalmente a sua mulher, pois os vampiros são homossexuais, importunam mortalmente o sexo oposto.
Depois de morto, o Conde Drácula se apresentava na casa da viúva importunada para bater nela violentamente. Inutilmente tentaram atrapalhar seus planos certos sacerdotes católicos: o Conde Drácula os atropelou com sua carruagem na ponte, muito próximo do cemitério e à meia-noite.
Quando se abriu a negra e espantosa sepultura do Conde Drácula, encontrou-se seu cadáver vivente muito bem conservado e submerso em sangue humano, pois os vampiros se alimentam de sangue. Conta a Grande Mestra H. P. Blavatsky que os pés do sinistro cadáver estavam cheios de lodo, o que demonstra até à sociedade que à meia-noite ele escapava do sepulcro. O caso do Conde Drácula findou quando os sacerdotes cravaram uma estaca no seu coração.
Na Palestina, existe uma ordem de vampiros que se escondem trás do título seguinte: “Ordem dos Imortais Guardiães do Santo Sepulcro”.
Os vampiros são o resultado do homossexualismo combinado com tantrismo entre pessoas do mesmo sexo (monstruosidade, abominação espantosa).
A dupla influência lunar no mundo em que vivemos é terrivelmente mecanicista. É urgente nos alimentarmo-nos com as maçãs de ouro ou de Freya e com o licor do Soma ou bíblico Maná para fabricar os corpos solares e nos libertarmos das leis lunares.
Foi-nos dito que nosso Sol físico, como o demonstram as cronologias brahmânicas, gira em tomo de um Sol infinitamente maior ou mais luminoso; tão luminoso que, por isso precisamente, resulta invisível aos olhos terrenos, mas que está mencionado em antigas teogonias, e que é de indispensável rigor matemático.
E não existe unicamente esse Sol Equatorial ou Astral, ignoto centro do que é um mero planeta o nosso Sol físico, mas sim que ademais existem em planos superiores ou hiperdimensões do espaço cerúleo outros dois sóis excelsos ainda, e aos que os calendários tâmiles, como o Tiruchanga e o Panchanga, chamam respectivamente Sol Polar (ou centro galáctico de toda a nossa nebulosa e de seus cem mil sóis) e Sol Central (Centro de Centros, à sua vez que enlaça e unifica a quantas nebulosas de milhões e milhões de sóis que existem aos milhares no céu).
Ante os olhos do místico resplandece abrasadoramente o Sol Astral, ou Equatorial, situado no grupo celeste que denominamos Plêiades, ou das Cabritas da Constelação de Touro. Sírio, com toda a sua magnificência, o centro de gravitação da Via-Láctea, tem de gravitar ao redor do Sol Polar. A Ordem Cósmica seria impossível sem o Sol Central. A variedade é unidade. O Sol Central unifica, governa, estabelece unidade dentro da variedade infinita.

FONTE: http://www.gnosisonline.org/textos-especiais/lilith-a-lua-negra

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