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A Lua Negra

A Terra possui duas luas: a Lua Branca e a Lua Negra. A Lua Negra é um pequeno satélite de nosso planeta Terra, que, visto por telescópio, tem o tamanho de uma pequena lentilha.
O mago disciplinado que sabe manejar-se em corpo astral pode se transladar ali e então pode observar que a Lua Negra se divide em duas metades: uma de luz e a outra de trevas. Na Lua Negra estão as almas mais depravadas de nosso planeta, seres que já são um estorvo para nossa evolução planetária. Esses seres tiveram de ser tirados de nosso globo pelos grandes Senhores do Destino, pois já se converteram em um obstáculo gravíssimo para nossa evolução.
Na zona de luz nos encontramos com um povoado habitado por pessoas de carne e osso. Esse é um povo de seres terrivelmente criminosos e sádicos, seres malvados, mas que ainda oferecem possibilidade de salvação e na zona de trevas, vivem os magos negros mais depravados que a mente humana possa imaginar; seres totalmente inimigos do plano da evolução cósmica e da Loja Branca, por doutrina e por convicção religiosa. Esses seres já não têm nenhuma possibilidade de redenção.
Ambas as zonas estão separadas por um grande portal, por um gigantesco edifício de beleza terrivelmente maligna. Ali estão os porteiros que custodiam a região das trevas. Vestem túnicas e turbantes vermelhos e atacam terrivelmente ao mago branco que se atreva a entrar por ali. Lançam todo o peso de seu ataque contra os órgãos sexuais do mago branco porque sabem muito bem que ali está todo o poder do mago.
Na região das trevas está o Sumum Supremum Sanctuarium dos magos negros daquele satélite. Este santuário ante a vista do clarividente que atua em seu Astral se apresenta como algo terrivelmente maligno. Um pátio grande, que é o pátio dos sacerdotes, um vestíbulo e um Sanctum tenebroso.
No pátio dos sacerdotes, se veem os grandes hierarcas das trevas, com suas túnicas de cores marrom ou negro, ou negro e branco, e em seus turbantes em linha horizontal com muitas transversais, como uma cruz de muitas linhas transversais, sinal inconfundível dos magos negros, sinal que eles levam desenhado em seus capuzes ou turbantes.
No vestíbulo do templo tenebroso, o clarividente pode observar algumas flores negras e alguns quadros de onde aparecem cenas dos senhores das trevas. Já no interior do santuário tenebroso podemos contemplar um altar e ao pé do altar o famoso caldeirão de cobre onde aparecem alguns filhos das trevas entre chamas.
Eles são castigados por seus superiores e estão ali por alguma má ação cometida. Essa má ação pode haver sido alguma obra de caridade ou algum bom pensamento, ou, enfim, algo que seja relacionado com a luz que a eles tanto aborrece.
Pois todo o bem para eles é mau e perverso e o que se atreve a fazer algo bom ali entre essas trevas é despojado de sua túnica e jogado ao caldeirão de cobre com fogo. Esse castigo a vítima tem de aguentar pacientemente, até que os senhores tenebrosos decidam suspender a pena.
Esta Lua Negra está causando terríveis danos à Terra com suas irradiações. Todo o sadismo criminoso de nossa época se deve às terríveis irradiações desse satélite. Essa é uma oitava esfera: ali vemos almas totalmente separadas do Íntimo, completamente perdidas e em estado de desintegração. Essas almas têm de passar pela morte segunda da qual nos fala o Apocalipse. As almas que se afastem de seu Íntimo se desintegram.

FONTE: http://www.gnosisonline.org/textos-especiais/lilith-a-lua-negra

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