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Fortaleza

Fonte: http://desciclo.pedia.ws/wiki/Fortaleza

Fortaleza é a capital brasileira mais próxima da Europa (só se for em distância física!). É nela que Osama Bin Laden se esconde dos americanos, disfarçado de puta velha (ou, como chamado localmente, gato véio). Fortalezenses adoram uma pinga, mas alguns misturam diversos tipos de bebidas com Tampico (suco cearense que ‘vale’ a pena tomar)

Fortaleza é, de longe, o maior bordel do Estado do Ceará, o quarto maior puteiro do País, conhecida como a loura desposada pelo sol e pelos postes e buracos das ruas.
A população de Fortaleza é de aproximadamente seis bilhões de cupins e muriçocas, que comem tudo o que aparece na cidade, inclusive a bundados turistas, queiram ou não queiram, mediante picas duras doloridas.
Seus habitantes descendem da miscigenação que surgiu entre integrantes do povo fudidolês que habitava o oeste da península ibérica com membros das etnias tapuias bacanalê e orgialê.
O clima de Fortaleza varia de acordo com as pessoas que chegam à cidade, causando-lhes sensações e expressões de espanto bem díspares, como por exemplo:
– Eita calor duma porra! ou Ow quintura medonha! (fortalezenses que voltam do Sul do País).
– Puta que pariu, que fri do caralho! (fortalezenses que voltam do Piaui).
– Essa chuva tá de lascar (quando cai uma lebrina [neblina para os sulistas] de nada, mais ou menos 0,1mm de chuva)
As estações climáticas são extremamente bem definidas em:
Verão
Calor
Quintura
Mormaço

Nos hotéis e restaurantes de Fortaleza a língua estrangeira é o que mais se vê.

O povo da cidade fala cantando e chiando com menos frequência que o carioca: o cearense só chia nos “esses” (s) seguidos das letras “t”, “d”, e “n”.
Também é costume local trocar a pronúncia das letras “v”, “j” e “g” pela letra “r”. Por exemplo:
– Meu réi, a rente ra rai sururucar?
Quer dizer, em português casto:
– Meu velho, a gente já vai dormir?
Apenas cérebros excepcionalmente desenvolvidos como os dos cearenses (vide o tamanho da cabeça) têm a capacidade de “chiar” o “s” apenas antes das consoantes “t”, “d” e “n” e, digamos, sibilar nos demais casos.
Também convém reparar no “R” advindo de vibrações guturais em boa parte dos casos (coisa de macho), ao invés da pontinha da língua (viadagem). Ex: a palavra “Ronaldo”.
Cabe aqui uma elucidação sobre as letras “T”, “D” e “N” no sotaque do Ceará. Ao contrário do que muitos ignorantes pensam, em Fortaleza essas letras são por completo diferenciadas de Pernambuco, por exemplo. Em Pernambuco se diz “bom Dia” com o som do “D” feito a partir da língua tocando os dentes. No Ceará ocorre a dicção dessas letras com a língua tocando o palato (sei que você neste exato momento está feito um idiota roçando o céu da boca).

Algumas expressões bastante conhecidas desses “fi duma égua” são:
-Diabé isso?!/Bé isso?! (Que diabo é isso?)
-Eita diacho!
-Corre mininu! (esta expressão é bastante usada quando atravassando as ruas da cidade, visto que cerca de 112% dos motoristas têm, no mínimo, 9 pontos na carteira de motorista.)
-Vixe maria!
-Arriégua!
-Ai dentro!!! (abreviado fica => Aidento !!! – mais usual)
-Deixa de ser besta maxo!! ô maxo besta
-Mah, boh ali tumá um celulá boh?! (Fortalezense convidando um amigo, para tomar umas cana)
-É o menor preço é? egua man! (Fortalezense pedindo desconto no beco da poeira)
-Ô putaria mah! (Fortalezense achando algo engraçado)
Ou seja, é um sotaque bastante complexo para principiantes. Só quem nasceu e aprendeu a falar nesse “caraio” de cidade é que tem a manha do sotaque.
Além do sotaque, existe a questão “dialética” do dialeto cearês, que contêm termos e expressões incompreensíveis para forasteiros.
Ô putaria!
Outra característica marcante do fortalezense é usar a palavra “macho” (mách, manch, man, ou, má, sendo o último a abreviação mais moderna) a cada duas ou três palavras ao conversar com alguém (se for mulher, dizem “ma”, quase chamando de “macho”, mas mudando de idéia no meio do caminho -acredite, há uma razão para isso na maioria das vezes).

Fortaleza é também a capital dos sem-praias, porque o Oceano Índico passa o dia tomando banho nas enormes pedras colocadas ao longo da orla das praias de Iracema e do Meireles e não deixa qualquer espaço para outro banhista.
Enquanto isso, a Praia do Futuro virou uma praia sem futuro, pois foi totalmente loteada pelos donos das barracas do local que, aliás, armam o maior barraco se alguma autoridade tenta tirá-los do pedaço.
E sem falar no arrastão de vendedores Sonambulantes, que quando você está tirando um cochilo tomando um sol, eles te acordam para te oferecer bugigangas, que na verdade tem mais variedade que no Shopping Iguatemi
E ainda com o enorme atrativo da lagoa da maraponga, aonde fortalezenses costumam tomar seus banhos dominicais para economizar água em casa, e acabam pegando uma micose braba.

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