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Técnicas para Encontrar o Outro – Técnicas para Encontrar o Self

a) “Toma o que eles lhe dão”

Em cada encontro de tua vida diária, toma qualquer coisa que os Outros te dêem, aceita o indivíduo que está diante de ti sem discriminações. Absorva suas energias dentro de você mesmo, tocando os seus ombros, toma suas mãos entre as tuas, deixe fluir a essência de seus olhos até os seus. Irradia através deles ao mesmo tempo amor e aceitação. Deves dar-te conta de que isso não tem nada a ver com tuas reações pessoais”, e sim a com a canalização de Babalon enquanto ele/ela toca a esfera humana.

b) Como uma extensão do que está acima imagine-se tendo relações sexuais com cada um de teus encontros, seja este atraente ou não, seja velho ou jovem, apesar do gênero e dos tabus sexuais tradicionais. Continua com esta prática até que sejas capaz de imaginar cada um dos encontros sem emoção, repulsa, culpabilidade, vergonha ou medo.

c) Dissolver os limites do ego através do momento do beijo.

Neste momento inefável, Os limites entre o si mesmo e o outro se fazem turvos. Prolonga este momento até que sintas uma energia e o despertar do outro que “tu mesmo” moves através de ti. Beija uma planta. Beija um objeto inanimado, como uma pedra, um carro, um lápis ou teu athame. Beija um animal. Beija outro ser humano. Fazendo assim, nesse momento do beijo, emergirás; mescla tuas essências interiores e aprende algo do ser do outro. Sê provisor, pois o outro a sua vez haverá tomado também uma parte de ti.

d) 0 espelho: mudando posições.

Usando tua imaginação, olha fixamente nos olhos de outra pessoa até que tenhas “convertido-te” nessa pessoa, olhando para si mesmo, que então haverá se convertido “no outro”. Isto pode ser muito intenso, desestabilizante para ambas as partes. Quando tiver êxito, haverá um flash de união com o outro, que é o fluxo de amor puro universal, uma extensão e identificação com isso, como todo amor é união com os que desejamos.

e) Espelho, espelho:

Olha o teu reflexo em um espelho até que não te sejas mais familiar, até teu rosto parecer-te o rosto de outra pessoa olhando-te por trás do espelho, dê a ele tua aceitação, deixa que teu amor flua em direção a ele e logo vire-o de maneira que sejas refletido atrás de tua imagem.

f) “Monogamia Mágicka”

Quando buscamos a musa de inspiração pela união com o outro, encontramos esta dificuldade; a musa está dentro de nós, e não no outro. Portanto, nenhum indivíduo pode nos dar o que já não possuímos dentro de nós mesmos. Ainda que possamos descobri-lo no que a principio encanta em um novo amante, a chispa que incendeia a inspiração efusiva que buscamos, ao menos temporariamente. Sem dúvida, se há persistência na prática tântrica com um dado indivíduo, existe um aprofundamento de poder quando as máscaras são mudadas. Antes que se tomem familiares e aborrecidas, existe um ponto em que o amante chega a ser totalmente misterioso, totalmente OUTRO e, deste modo, um canal transcendente de força mágicka criativa.

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